Comemorações do 632º Aniversário da Batalha de Aljubarrota

Comemorações do 632º Aniversário da Batalha de Aljubarrota Dia 11 de agosto às 21h00 no Castelo de Porto de Mós

Comemorações do 632º Aniversário da batalha de Aljubarrota
Porto de Mós celebra este ano o 632º Aniversário da Batalha de Aljubarrota, a Batalha Real, que deu a Portugal a independência definita, a 14 de agosto de 1385, sob o comando de D. Nuno Álvares Pereira.

No dia 11 de agosto, o Castelo de Porto de Mós acolherá as celebrações desta data, a partir das 21h00. O programa contempla a abertura da Exposição de Aguarelas “A participação de Porto de Mós na Batalha Real”, por Mestre Vítor Santos.

A animação ficará ao encargo do grupo de música folk “Caruma”!

Entradas gratuitas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Grupo de Folk "A Caruma"

 

A Caruma é uma banda folk da Marinha Grande que canta o país e as suas impaciências. Apresentaram o seu primeiro disco homónimo em 2010.

O universo da Caruma está entre um velho e um novo Portugal e sugere que estes nunca se encontram, que o machismo e a tradição ainda andam lado a lado e que o Portugal de hoje está ainda para se encontrar, perdido no meio de tanta globalização. A sonoridade passa pelo tradicional folk português mas também pelos frenéticos ritmos do leste da Europa, alternando com melodias mais simples que transportam desamor e relações mal resolvidas.

A Caruma quer-se solta, seca e não tem compromissos com quem a escuta. Há temas corrosivos, há palavras proibidas e há o normal nestas coisas, falar do que se quer falar como se quer falar.

Passados seis anos, com a rodagem adquirida em dezenas de espetáculos e com uma enorme visibilidade conquistada, a Caruma está de volta, com a edição do segundo álbum de originais, Hostia de mentol. Neste disco, a banda busca um inconformismo onde a Poesia tem de ser verdade e onde a Arte dá início à mudança.

Para a Caruma, a Música deve ser expressão de autenticidade e de intervenção social, e reflexo de um projeto de cidadania transparente. Assim, da capa às letras, em Hostia de mentol tudo é provocação, de forma mais ou menos explícita, irónica ou metafórica. Mas também há amor, ternura e introspeção.

Desenvolvendo o rumo traçado no primeiro disco, no universo musical da Caruma, as melodias, os ritmos e os instrumentos servem mais para enriquecer a mensagem do que propriamente para etiquetar o grupo, cuja sonoridade não se quer catalogada ou arrumada numa qualquer prateleira. A diversidade sonora é assim um meio e não um fim, o que confere uma coerência ímpar ao grupo: pop, fado, valsinhas e música tradicional portuguesa convivem lado a lado, numa harmonia devidamente articulada.

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