Porto de Mós abre caminho à modalidade de Marcha

Porto de Mós abre caminho à modalidade de Marcha O presidente da Federação Portuguesa de Atletismo (FPA) considerou hoje que o percurso dos marchadores lusos com mínimos para os Jogos do Rio de Janeiro vai arrancar na Batalha e Porto de Mós, com os nacionais de estrada...

Conferência de Imprensa Campeonato de MarchaO presidente da Federação Portuguesa de Atletismo (FPA) considerou hoje que o percurso dos marchadores lusos com mínimos para os Jogos do Rio de Janeiro vai arrancar na Batalha e Porto de Mós, com os nacionais de estrada.

"Para a marcha, o caminho para o Rio começa na Batalha e em Porto de Mós", disse Jorge Vieira, na apresentação dos campeonatos nacionais de estrada de 35 km, em Porto de Mós, a 23 de janeiro, e de 20 km, na Batalha, a 27 de fevereiro.

Jorge Vieira reconhece que os melhores atletas portugueses não estarão ainda num pico de forma: "Não seria bom que estivessem neste momento no seu melhor, nem seria natural. Mas, para muitos deles, será uma grande motivação fazerem resultados dentro do que se conhecem nestas primeiras participações. Eles sabem a que nível devem estar nesta altura, dentro da trajetória que querem fazer para estar ao mais alto nível. Não se esperam recordes nacionais nem pessoais."

O presidente da FPA espera que as duas provas disputadas no distrito de Leiria sirvam para que "os atletas e os clubes tenham um momento alto de entrada na época" e, dessa forma, "se motivem aqui para o grande caminho desta época, com o objetivo da participação olímpica, no Rio de Janeiro, em agosto".

Os campeonatos de Porto de Mós e da Batalha vão também servir para ajudar a escolher que marchadoras Portugal indicará para as olimpíadas.

Atualmente, Sérgio Vieira e João Vieira têm mínimos para os 20 km e Miguel Carvalho para os 50 km. Mas, em femininos, há quatro atletas para três lugares: Ana Cabecinha, Ana Henriques, Vera Santos e Susana Feitor.

Jorge Vieira defende que isso faz da marcha "um dos setores mais performantes do atletismo português", daí a FPA ter de fazer "provas de seleção para escolher as representantes para os Jogos Olímpicos".

"Tomara nós, que nas 24 disciplinas olímpicas dos homens e nas restantes 23 das mulheres, se passasse o mesmo. Seria sinal de desenvolvimento da modalidade", finalizou.
 

Agência Lusa

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